Racismo no Brasil é burrice

Como já dizia Gabriel, o Pensador há anos: racismo no Brasil é burrice. Acho realmente que essa música, diz TUDO sobre o fato que aconteceu no jogo Grêmio x Santos. Fico extremamente chateada com a situação. É estranho acreditar que por incompetência do time do Grêmio, o goleiro Aranha, que fez o seu trabalho - e fez muito bem - seja alvo desse preconceito burro e arraigado na mente de algumas pessoas.

Esse caso, não é o primeiro e nem será o último, mas pode servir de exemplo para muitos. Os envolvidos tem que ser identificados e punidos, porque só assim algo vai melhorar, não adianta fazer esse escarcéu todo e depois deixar pra lá. A torcedora, que foi identificada, já obteve uma punição: além de ter que sair das redes sociais por não aguentar mais tantos comentários ofensivos, ela recebeu um afastamento do trabalho! Sim, uma atitude inadequada durante seu horário de folga gerou um afastamento do trabalho. Fico me perguntando se ela se recusa a realizar atendimentos a negros em seu trabalho por os considerar inferiores a ela?

Pior que isso é que as imagens são nítidas e mostram outras pessoas, fazendo o mesmo e uma delas é também é negra!!! Como assim??? Você ofende alguém imitando um macaco porque ele é negro, mas espera você também é negro!!! Não entendi, alguém pode me explicar???

A Patrícia já está sendo punida e vai carregar para sempre as capas de jornais estampadas com sua foto ofendendo outro ser humano, além de ter que ficar sem seus meios de comunicação nas redes sociais e ter que arcar com seus atos em seu emprego. E os outros que ainda não tiveram seus nomes revelados??? Como serão tratados quando descobertos??? Da mesma forma??? Escorraçar alguém das redes sociais é uma espécie de punição, é tipo de justiça com as próprias mãos, nos dias atuais, ainda mais quando esse alguém demonstra ter uma relação intensa com os mesmos.

Mas me pergunto: se é certo sair xingando e ofendendo ela da mesma forma. Eu particularmente teria vergonha de ser amiga de qualquer uma dessas pessoas, não sairia falando mal e ofendendo, apenas me afastaria, por princípios próprios.

Mas o que mais me preocupa é esse histórico da torcida gremista...


O quê que importa se ele é preto e você é branco
Aliás, branco no Brasil é difícil
Porque no Brasil somos todos mestiços
Se você discorda, então olhe para trás
Olhe a nossa história
Os nossos ancestrais


Racismo é burrice - Gabriel, o Pensador

Eduardo Campos

Triste pensar que o ser humano consegue ser cruel com uma tragédia. Pior é pensar que uma posição política desperte o desejo da morte de um ser humano que você, oficialmente não conhecia. Absurdo pensar que alguém realmente tenha pensado e lamentado que o avião que caiu não tivesse outro candidato a presidência dentro.

Sério mesmo que você queria ver outra pessoa morta??? Para mim isso abre a seguinte premissa: "por que não sua mãe?" ou então "por que não uma pessoa que você amava?".

Sinceramente, quem pensa isso para mim tem algumas opções:

a) não sabe o que é perder alguém que ama;
b) não tem coração - ou pior, tem um podre;
c) não recebeu educação de seus pais para aprender a respeitar o próximo;
d) todas as alternativas anteriores.

Todos são amados e respeitados por alguém, se esse não é o seu caso, você no mínimo deveria respeitar. Todos tem uma família e uma história.

Não, Eduardo Campos, não era a minha opção de voto, não nesse momento, mas estava aberta a ouvir propostas e poder mudar de ideia. Não sei em quem votaria, mas sei em quem não votaria e ele não era o alvo de minha antipatia.

Campos, deixa um vácuo na história política do Brasil. Uma história política tão carente de mentes brilhantes e realmente dispostas a arregaçar as mangas e lutar pelo povo. Descanse em paz Eduardo Campos. Força a família Campos.

E desejo sinceramente que essas pessoas que desejaram a morte de outra pessoa, recebam muita luz no caminho para que não precisem sofrer e pagar pelos seus pensamentos e desejos contra outro ser humano sem um motivo genuíno.

"São nas tragédias diárias que você descobre quem tem ou não coração.

Tally Lima

Lar doce lar: 14 anos e dona de sua própria casa

Essa é a história de Sicily Kolbeck. Que aos 12 anos fez um projeto na escola e decidiu o tornar realidade: ter sua própria casa. Impossível? Jamais! A garota arregaçou as mangas, criou um blog para relatar suas ideias e seus progressos. Com a ajuda da mãe e de um financiamento coletivo Sicily conquistou os 10 mil dólares necessários para a construção do sonho. E hoje, aos 14 anos tem sua casa própria. Pequena, com os cômodos necessários e com a chance de aprender a guardar somente o que for necessário para si, sem ter problemas com a acumulação.

A casa pode ser confundida com uma casinha de bonecas, com seus 38m² possui: sala de estar, cozinha, banheiro e quarto. Engana-se quem pensa que esses cômodos não tem a aparelhagem necessária. Na cozinha além da pia e do fogão, tem armários para mantimentos e utensílios. O banheiro tem até uma banheira! E o quarto, que é elevado, conta com sua própria janela, inspirada nos barcos.

Ele começou como um projeto para a escola, mas o foco - e as lições – mudaram após a morte acidental de Dane Kolbeck, pai da garota. Suzannah Kolbeck, mãe da garota a ajudou e elas trabalharam juntas para construir a casinha. Você pode conferir essa história completa na matéria da CNN, clicando aqui. O blog com o progresso da construção da casa, as ideias iniciais e todo o resto ainda está no ar e você pode ler tudo clicando nesse link.








Veja o vídeo de Sicily, apresentando a sua casa:



Resgate do site Galo Maluco.

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