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Não reclame mais

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Atrasado? Sim, muito atrasado, mas aqui está, mais uma vez, meu já sagrado resumo anual do ano sobre livros, música, séries e filmes. Nem de longe foi meu melhor ano pra séries, mas foi meu melhor ano de leituras. Filmes? Não sei nem o que dizer, porque de fato não gostei de quase nada que escolhi ver. Mas li bons livros, que até hoje ainda me fazem refletir, o que é sempre bom. A minha lista de séries, não zerou - e talvez nunca zere - mas também não aumentou, porque de fato evitei ficar procurando novas. Outro ponto é que algumas séries acabaram, então uma vez que esses episódios sejam assistidos a lista pelo menos diminui. Agora, escrever esse texto depois de tanto tempo é um bom teste pra minha memória.

Photo by Mohamed M on Unsplash
Em números meu ano foi assim:

Música: 47.019 minutos ouvidos;
Séries: 41 séries, sendo 49 temporadas, totalizando 677 episódios;
Filmes: 21 filmes;
Livros: 39 livros e 21 contos.

Música:
Desde 2016, Jamie Cullum é uma constante em minha vida. Me salvou de inúmeras crises de ansiedade durante a pandemia, mas confesso que tenho evitadado ouvir, porque uma vez que entro no looping de ouvir, eu não paro mais. Mas não foi em 2022 que ele saiu do 1º lugar do meu ranking, mas pela primeira vez nos últimos anos não tem nenhuma música dele no meu top 5 de músicas mais ouvidas. Surpresa pra mim foi ter Harry Styles, porque comecei a ouvir em meados de outubro - a tempo de me arrepender de não ir ao show. De resto nada de novo no front: Detonautas, Fresno e Dashboard Confessional.

  

Confesso que ter variedade entre artistas e músicas mais ouvidas, é algo que me causa um misto de alegria e estranheza, vide que eu não sabia mais o que era isso desde 2016 porque foi quando JC começou a dominar tudo. Tanto que nada bate entre artistas e músicas mais ouvidas. Pra esse ano, pretendo não ter mais uma lista de 50 músicas mais ouvidas na vida somente com músicas do JC. Um passo de cada vez, um dia após o outro. Deixo aqui a minha playlist com as 101 mais ouvidas do meu ano:


Séries:
Em 2022, passei uma temporada na casa dos meus tios. E foi assim que eu conheci Adam Ruzek e me apaixonei por Chicago PD. Resultado: assisti 9 temporadas de uma série que eu JAMAIS pensei que fosse gostar, que é refletido no número de episódios nos meses de agosto e setembro. O que de certa forma foi ruim, porque depois que terminei as temporadas de PD, simplesmente perdi a vontade de ver qualquer outra coisa.


Não assisti Daredevil nessa virada de ano, porque se a série nova começar mesmo em 2023, será quando vou rever ela. Mas uma coisa é fato: qualquer produção que coloque Charlie Cox no elenco, terá meu amor e a chance de ser minha favorita do ano, como foi em 2021 e também 2022. Deixo abaixo meus destaques do ano, em ordem de preferência, bem como os links com críticas especializadas para que vocês possam conhecer as que tiverem interesse. 

Treason - Netflix
Chicago PD - Prime Video/ Globoplay e Universal Tv
Moon Knight - Disney
Pam & Tommy - Star+
Constantine - HBO Max

Imagens: Divulgação
Filmes:
Se o cinema dependesse de mim, para sobreviver, ele estava morto. Sou péssima com isso. Se eu visse 1 filme por mês já seria ótimo, mas por mais que eu estabeleça isso como meta, eu não faço. Tem algumas fases que assisto um depois do outro - e normalmente na TV. Mas 2022 foi ano de filme com Andrew Garfield e Charlie Cox juntos, óbvio que esse seria meu favorito do ano. 

Homem-Aranha: Sem Volta Pra Casa
Ron Bugado
Encanto
Raya e o Último Dragão
A Dama e o Vagabundo

Imagens: Divulgação

Livros:
Meu melhor ano de leitura, mesmo que eu tenha passado o mês de agosto com 0 leituras concluídas. Mas fechei o ano com um total de 60. E a maioria absoluta foi lida no Kindle. Dos meus favoritos do ano, apenas 1 está na minha estante como cópia física, porém eu mesclei a leitura dele entre o físico e o digital, esse livro é 'Mentirosos' e lembrar dele ainda me causa uma certa angústia. Mesmo sendo meu melhor ano de leitura, ainda fiquei em 4º lugar no ranking de amigos. Em 2022, tinha pessoas desconhecidas adicionadas no Skoob, isso mudou em 2023, agora só tenho adicionado quem eu realmente conheço. E eu acho tão bonitinho esse painel de retrospectiva de leituras do Skoob - mesmo que eu o adapte.

Print retrospectiva Leituras de 2022 do Skoob

Seguindo a mesma lógica do ano passado, selecionei 5 livros e 5 contos favoritos. Não foi uma escolha difícil porque são histórias que ainda me fazem pensar, pois me marcaram de alguma forma. Esse ano não teve nenhum lançamento do Gabriel Mascarenhas (Alô, Gabriel? Cadê você? Aparece!) e o George R. R. Martin saiu da lista porque não li mais os livros de GOT - devo retomar ainda esse ano. Mas esse ano, tem autora que conseguiu ter 2 dos 5 livros favoritos: Taylor Jenkins Reid! E Stephen King se manteve na lista pelo segundo ano consecutivo. Suspeito que tenha descobertos meus autores favoritos. E sobre os contos, 3 dos 5 são parte do projeto Sociedade das Relíquias Literárias da Editora Wish, recomendo muito! Inclusive foi bem difícil escolher qual foi meu favorito entre o 1º e o 2º colocados. Acho importante dizer que, exceto os livros da LC - que normalmente seriam livros que eu não escolheria sozinha - os demais livros "novos", por assim dizer, normalmente eu os escolho apenas em um interesse baseado em seu nome e/ ou capa. Sim, sou do time que "compra livro pela capa".

Livros:
Daisy Jones & The Six - Taylor Jenkins Reid
Sobre os ossos dos mortos - Olga Tokarczuk
Evidências de uma traição - Taylor Jenkins Reid
Mentirosos - E. Lockhart
Mr. Mercedes - Stephen King

Contos:
O Capote - Nikolai Gógol
O homem abelha de Orn - Frank R. Stockton
A menina que ouvia as estrelas - Jurandir Gouveia
Depois - Edith Wharton
Brilhante - Renato Ritto

Capas dos livros retiradas da internet

Antes de deixar meus comentários sobre os escolhidos do ano, 2 curiosidades que me deparei ao escrever esse post:
- li um livro e um conto com o mesmo nome, seguidos: "Depois" livro do King e o conto é de Edith Wharton, além do mesmo nome ambos tem o sobrenatural como mote;
- um livro é escrito em forma de cartas (Evidências de uma traição), um conto é escrito em forma de e-mail (Brilhante) e um livro é escrito em formato de entrevista/ documentário (Daisy Jones & The Six).

Agora sim, mais detalhes sobre as leituras selecionadas.

Daisy Jones & The Six - Taylor Jenkins Reid
O que dizer desse livro? Li antes de sair a adaptação no Prime Video - que é boa, mas deixa a história um pouco mais leve, fica o registro. Quem não quer ser Daisy Jones? O ícone Daisy Jones, claro. Afinal só quem conhece Daisy sabe quem é Daisy e o quão problemática ela era, mas o ideal Daisy Jones é a premissa de ter a vida dos sonhos: linda, rica, descolada, talentosa e simpática. Quem não quer ser essa pessoa? Demorei um pouco pra ler porque eu tinha medo por conta da forma que a narrativa é escrita, mas ela é maravilhosa! Taylor sabe muito bem como escrever narrativas diferentes e te envolver no enredo não tradicional, mas cronológico. É maravilhoso ler um livro com diversas perspectivas da mesma história justamente porque a vida é assim! A história está completa e eu sou feliz por isso.

Sobre os ossos dos mortos - Olga Tokarczuk
"As melhores conversas são as que temos com nós mesmos. Ao menos não há risco de desentendimentos." Tem muita conversa interna nessa história, muitos questionamentos filosóficos e astrológicos. Sim, porque nossa protagonista leva muito a sério o mapa astral de cada personagem dessa história. Não que seja um grande círculo de pessoas, mas cada uma tem seu papel bem definido e importante. Havia tempos que eu queria começar essa leitura e depois que comecei me apaixonei! Aqui temos um exemplo de livro que eu me interessei pela capa. Uma leitura nada clichê e profunda, com um final inesperado, pelo menos pra mim. E nunca se esqueçam "Não mentia quando repetia que os animais estavam se vingando das pessoas. Era assim mesmo."

Evidências de uma traição - Taylor Jenkins Reid
Foi meu primeiro contato com a autora. E esse livro nem estava nos planos, ele surgiu como sugestão no grupo de LC durante um mês no qual havíamos terminado o livro do mês e foi muito rápido. Eu comecei a ler enquanto aguardava minha vez de tomar banho e só larguei quando terminei. É uma leitura rápida, cativante e inesperada! E de carta em carta, vemos quantos segredos existem dentro de um relacionamento e o quanto as visões sobre o outro são diferentes. E o plot final é muito bom!

Mentirosos - E. Lockhart
Esse livro me faz pensar num ponto dele até hoje. Toda vez que ouço sobre, lembro do fato e lidar com a sensação que o fato causa ainda não fácil. Concluí essa leitura há meses, mas até hoje esse trecho me choca. Faz que eu me sinta em desespero! Já é perto do final, quando Cadence se lembra do acidente. Eu tive que parar pra respirar e controlar o choro antes de voltar, porque de fato pra mim pesou - e ainda pesa - muito. "Mentirosos" narra as férias de verão de Cadence com seus primos, até que de repente está narrando algo além disso, mas eu de fato não entendi as entrelinhas até elas serem jogadas na minha cara. É um livro que vale o hype todo. Vai ser adaptado como série (ou minissérie) pelo Prime Video e eu não sei como será ver em imagens algo que já me chocou tanto apenas com palavras.

Mr. Mercedes - Stephen King
King é definitivamente um dos meus autores favoritos. Cheguei até aqui depois de assistir a série homônima, que é muito bem adaptada, com poucas mudanças, mas algumas foram significativas uma delas foi a escolha do local do desfecho final. Mesmo sabendo o que acontece, a leitura é muito boa e fluída. Não é maçante, nem repetitiva. E a alternância de narradores faz com que fiquemos ainda mais vidrados nessa história. É um excelente thriller psicológico com uma investigação policial bem fundamentada com um psicopata daqueles.

O Capote - Nikolai Gógol
Akaki Akakiévitch é o personagem dessa história, tem um nome complicado, mas uma vida simples e regrada. Vive bem, com poucas regalias e faz o máximo possível para honrar suas dívidas. Quando surge a necessidade de comprar um novo capote, sua vida precisa ganhar novas regras e até mesmo novas restrições. Fiquei muito triste com o rumo dessa história, uma simples mudança que foi momentaneamente feliz e descontraída, toma um rumo trágico. Além de mostrar o quanto as pessoas são frias, não se importam com as outras, mostra também o quanto o ser humano consegue ser desprezível com o próximo, principalmente quando se tem um cargo superior.

O homem abelha de Orn - Frank R. Stockton
Terceiro conto resgatado pelo projeto SRL da Wish, temos aqui a história d'O Homem-Abelha de Orn que vem para nos mostrar que não se pode fugir do destino. Não importa o quanto você irá se reinventar ou recomeçar do zero, o seu destino estará lá a sua espera, sempre. Uma história que mostra que muitas vezes o destino é simples e solitário, mas nem sempre é o pior.

A menina que ouvia as estrelas - Jurandir Gouveia
Um história: linda, simples, honesta e sincera. O conto conta uma parte da história de Helena. Suas estrelas vem para nos mostrar a importância de acreditar em nossos desejos e nunca esquecer de olhar pra cima!

Brilhante - Renato Ritto
Meu primeiro conto lido do ano. Brilhante tem um conto de continuação que conta sobre o Natal dos personagens. Esse é o conto escrito no formato de e-mails. O rumo da história pode até ser um clichê dos mais tradicionais possíveis, mas ele é viciante pela forma que é escrito. E de e-mail em e-mail a história se conta inteira, de forma rápida, divertida e sem sentir que algo se perdeu no caminho.
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Não foi fácil viver 2021, mas eu venci. E que ano! Então é chegada a hora de escrever um pouco sobre o que me salvou nesses dias de insanidade ao redor do mundo. Mas pior do que ver a insanidade pela janela, é ter ela dentro de sua casa.

Posso mais uma vez considerar que foi um ano produtivo. Não li tanto quanto gostaria, não assisti a todos os filmes que pretendia e muito menos zerei a lista de séries, pelo contrário ela cresceu mais um pouco. A música tive um ano de ciclo vicioso obsessivo.

Photo by S O C I A L . C U T on Unsplash
Um resumo do ano:

Música: 58.350 minutos ouvidos;
Séries: 58 séries, sendo 64 temporadas com um total de 876 episódios;
Filmes: 36 filmes;
Livros: 45 títulos.

Música:
Eu disse que meu ano musical foi um ciclo vicioso obsessivo e posso provar:

Das 50 músicas mais ouvidas na minha vida no Spotify, 49 (2º ao 50º) são do Jamie Cullum. A única que não é e está em 1º é do @detonautas.

— Tally Lima📚 (@tallyylima) December 1, 2021

Jamie Cullum pra mim é conforto e segurança, vai ser difícil virar esse jogo, porque uma vez que eu ouça qualquer playlist dele, automaticamente ele aparece em 1º na semana. Mas sigo fazendo o possível para conter o impulso e deixando pra ouvir quando fica insustentável - principalmente por conta de alguma crise de ansiedade. O tempo ouvindo música esse ano foi quase 50% menor que o anterior, o que certamente foi compensado vendo série.

#SpotifyWrapped

Mas sinceramente tenho muitas dúvidas se a métrica do algoritmo do Spotify está fazendo seu trabalho corretamente para captar e gerar a retrospectiva anual. Digo isso porque se Jamie Cullum é meu artista mais ouvido - em todos os quesitos possíveis - como é que pode o gênero mais ouvido ser MPB e o Vocal Jazz estar apenas em 4º. Eu tenho certeza absoluta que ouvi muito mais rock e jazz em 2021 do que MPB. E mais uma coisa: quando entramos na busca, onde aparecem as infos de gêneros musicais pra facilitar nossa busca de playlist, os 2 primeiros que aparecem são os nossos mais ouvidos - antigamente apareciam 4, caiu pra 2 quando implantaram as infos de podcast. E foi nessa mudança no app que o meu algoritmo se perdeu. Quando acessamos a busca pela web ou pelo computador, aparecem os 4 e aí tem uma discrepância sem tamanho porque pra mim aparecem dois gêneros estranhos, dance/ eletrônico e cristã e eu simplesmente não ouço nada desses estilos. Em tempo antes do dance/ eletrônico aparecia hip-hop, que adivinha: eu também não ouço! Quase iniciando uma conta nova na plataforma para ver se isso se resolve.

Print: Spotify Web Player

Segue aqui a minha playlist com as minhas tocadas.


Séries:
Tem semanas que a vontade de assistir é nula, tem semanas que a vontade é de devorar tudo. Em 2021 vi muito mais coisa comparando com 2020, o que representa um aumento em mais de 200 episódios no ano. E eu nem cheguei perto das séries mais antigas e nem comecei quase nada do que já tinha na lista de "a começar". Obrigada Marvel por lançar novas séries e trazer de volta meu amado Daredevil!!

Print de 'stats' do Tv Time

Mais uma vez, eu terminei 2021 e comecei 2022 revendo Daredevil + Defenders. Receio que essa seja minha série favorita da vida e House fica com a medalha de prata. Deixo abaixo meus 5 destaques no quesito séries mais interessantes do ano. Sem ordem de preferência - mentira, Kin é de fato a que mais gostei no ano e deixei em 1º por isso - e com links para que vocês possam conhecer as que tiverem interesse. 

Kin
Good Omens
Superman & Lois
Hawkeye
Blown Away

Imagens: Divulgação

Filmes:
Substitui os filmes natalinos pelos do Universo Marvel. É muito satisfatório assistir em ordem cronológica e ver a história se encaixando perfeitamente onde deve ser. Não tive coragem de ir ao cinema ver No Way Home e/ ou Matrix 4. Entretanto me preparei para tal, vendo os dois filmes de Homem-Aranha do Andrew Garfield que não tinha visto e revi todos os outros, logo vejo No Way Home - porque os spoilers foram controlados até certo ponto, porque peguei um que não procurei e  não gostei de saber.

Praticamente só vi filmes já lançados há alguns anos. Entre os quais, a franquia de X-Men que havia começado em 2020. Seguem os meus destaques do ano, sem ordem de preferência, mesmo.

Imagens: Divulgação

Livros:
E pra fechar, mas não menos importante minhas leituras. Li 10 a menos se for comparar com o ano anterior, mas isso não me incomodou. Como disse lá no início não foi fácil viver 2021. Mas pelo menos todo mês teve pelo menos 1 livro ou conto lido. Ter acesso aos contos gratuitos da Amazon fazem muita diferença. Mas esse ano percebi que o Kindle é um meio muito mais prático para acumular leituras. A estante tem facilmente mais de 500 opções. E muitos outros vão chegar. E fica a pergunta: como ler tudo isso?

Print retrospectiva Leituras de 2021 do Skoob

Esse ano destaco 5 livros e 5 contos, em ordem de preferência. Com direito a autor que segue na lista pelo segundo ano.

Livros:
Verity - Colleen Hoover
Misery - Stephen King
A fúria dos reis - George R.R. Martin
A esposa silenciosa - Karin Slaughter
A pequena livraria dos sonhos - Jenny Colgan

Contos:
Singular - Zoe X
O conto da raposa vermelha - R. J. Dabliu
21 micro contos - Gabriel Mascarenhas
A porta no muro - H. G. Wells
Um acordo de Natal - Aline Sales

Capas dos livros retiradas da internet

Deixo aqui um pequeno comentário sobre o que me fez gostar dessas leituras. E a conclusão é que apenas um dos cinco livros preferidos era inédito no meu radar, os outros já estavam na famigerada lista de "um dia eu leio, quem sabe...". Fica a lembrança que muitos ebooks foram conquistados lá no início da quarentena, quando a pandemia era levada a sério. (Se cuidem, ainda não acabou!!!)

Verity - Colleen Hoover
Esse livro tinha chamado minha atenção há tempos, pela capa e sinopse. Mas quando a leitura começa nada do que tenha sido dito na sinopse te prepara para o que você encontra nessa história. Pra se ter ideia, você sai de uma morte aleatória pra um desejo de romance em parágrafos, e isso não soa nada como loucura. É uma escrita fascinante, que prende a sua atenção e as vezes seu fôlego. Fica o aviso dos seguintes gatilhos: tentativa de aborto, cena de morte descritiva, maus-tratos a crianças e psicopatia. Foi meu primeiro livro da Colleen, mas não será o único.

Misery - Stephen King
Já li alguns livros do King e nenhum deles tem nada de semelhante. A escrita do King é primorosa e suas histórias são maravilhosas. Esse é mais um daqueles livros que estava na minha estante há tempos, mas só iniciei essa leitura quando encontrei uma LC dele. Mas não era o momento certo para mim. Eu demorei meses para concluir o livro. Passei muita raiva porque faz parte da história ter um livro dentro do livro e esse livro foi responsável por todas as vezes em que eu quase desisti e taquei o Kindle na parede. Por sorte, a história principal te segura ali, te faz ter vontade de saber o que acontecerá com a vida de Paul e Annie. Não é minha recomendação para iniciar a ler King, se sua ideia for essa comece por Joyland. 

A esposa silenciosa - Karin Slaughter
Esse é o livro que não estava em meu radar, eu nunca tinha ouvido falar sobre ele. E esse livro é o 10º de uma série de romances policiais chamada "Série Will Trent", sendo Will Trent um detetive. Eu não faço a menor ideia do que acontece nos nove livros anteriores a esse porque pra mim não fez a menor diferença! Não é necessário ter lido nada antes para compreender a história, apenas fica a pergunta para saber porque a série é do Will Trent se ele parece ser um personagem secundário. A leitura engrenou lá pelo capítulo 5. E a todo momento a pergunta era "Quem é esse filho da puta?" junto com "Eu não sei nem como classificar esse desgraçado!" nessa história Will e a equipe da GBI - Georgia Bureau of Investigation - estão investigando uma série de crimes sexuais e assassinatos ocorridos ao longo de vários anos em Atlanta e arredores. As cenas dos médicos legistas são bem descritivas e tem também um monte de gatilhos, listados a seguir: assassinato, estupro, agressão, assédio, sodomia forçada, mutilação de cadáver e necrofilia. É uma lista extensa de gatilhos, mas que fazem essa leitura ser mais uma daquelas de prender o fôlego e passar muita raiva. E o final é satisfatório, afinal não existe crime perfeito.

A pequena livraria dos sonhos - Jenny Colgan
Esse romance foi um dos presentes de quarentena, foi um livro que foi disponibilizado gratuitamente em algum momento da pandemia. Lembro de ter visto ele logo que foi lançado, mas ele foi ficando sempre pra depois. Em meio a uma crise de insônia e ansiedade em alguma madrugada, decidi começar essa leitura. Afinal é um romance, com esse nome vai ser algo fofo. Um romance sobre importância da leitura e da literatura para diversos tipos de pessoa. De fato é isso mesmo, mas tem mais. É uma história de amor, mas que tem amizades sinceras, superação e realização de sonhos. No início eu queria matar os amigos da Nina, os dois. Mas a Nina consegue seguir com seus objetivos mesmo nas adversidades, apesar de quase desistir porque não se achava capaz.

Singular - Zoe X
É um livro sobre amor, vida e morte. A morte não é um spoiler nessa história. Pra mim foi uma história bem difícil de ser lida, porque eu sou o tipo de pessoa que não consegue aceitar a morte como consequência da vida. E esse conto, de certa forma, mostra como se deve viver sabendo que mais nada pode ser feito além de aguardar a chegada do fatídico dia. E Ayleen Pumpkin faz isso com maestria e malandragem na companhia de seu melhor amigo.

21 micro contos - Gabriel Mascarenhas
Eu gosto muito dos contos do Gabriel porque eles me desafiam. Eles fazem pensar, refletir e até achar conexões com outras coisas das quais nem ele nem faz ideia da existência, como foi o caso de eu relacionar o conto "Padrão" com a música "Essa Coisa (Acorda - Trabalha - Repete - Mantém)" da Fresno. E eu me sinto desafiada porque ele usa referências fora do meu campo de conhecimento e se quiser de fato entender, preciso ir buscar elas de outra forma. Nesse ebook, existem contos inéditos, mas também os que ele publicou ao longo de 2020 em seu já desativado perfil do Instagram.

A porta no muro - H. G. Wells
O que me chamou atenção nesse conto que também foi um dos presentes da quarenta, foi seu autor. E aqui temos a busca de Wallace por sua porta no muro. Ao longo do conto vemos que a porta aparece muitas vezes, mas ele só tinha conseguido entrar nela uma única vez por n motivos. É uma história curta, mas que nos faz pensar no real significado da dita porta.

Um acordo de Natal - Aline Sales
Como todo bom conto de Natal, tem que ter um casal. Mas o casal desse conto não é um casal convencional, afinal Betina está tão desesperada para não ser despejada que aceitar ser uma sugar baby. O que eu mais gostei nessa história que envolve uma sugar baby e um CEO é que ele não descamba para o hot como em uma infinidade deles. Eu de fato amei esse conto ao ponto de o indicar como leitura na semana do Natal para outros leitores.

Bônus:
O ano de 2021 foi o responsável por eu saber o que é crise de ansiedade. Foram muitas, intensidades diversas e em qualquer horário e lugar. Mas um coisa que me ajudou em muitos desses momentos foi assistir "Que história é essa Porchat?" no YouTube. Foram incontáveis as vezes que eu deixei essas histórias rodando até cair no sono pra me acalmar. Deixo aqui 3 das minhas histórias favoritas: Gregório Duvivier, João Vicente de Castro e Fernanda Torres.



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Livros... Ler é sempre uma alegria, me faz esquecer da vida, mas as vezes me prende de uma forma não produtiva. Hoje é dia de falar sobre minhas leituras nesse ano que diz adeus.

Imagem: arquivo pessoal
Último post do ano, último dia do ano, porém escrito após eu ter finalizado minha última leitura de 2019! Minha meta de leitura planejada foi cumprida? Não, óbvio que não - saudades 2014 com seus 37 livros lidos. Quem tiver interesse em conhecer os livros lidos nos anos anteriores, só clicar aqui.

Imagem: print da minha meta pessoal no Skoob
Mas eu fiz algumas escolhas que me atrasaram esse ano e isso me atrasou. Para tentar recuperar o prejuízo, entrei em uma maratona, ou melhor, #desesperatona2019 - olá grupo do Whats! Queria ler 9 - acabei querendo 10 no meio do caminho - livros em dezembro, mas acabei lendo 6. Uma novidade para esse ano é que eu aderi aos ebooks pelo app do Kindle para iPhone e PC. Ele ajuda bastante na hora de ler mesmo que você não tenha nenhum plano de assinatura. Então não tem foto dos 20 livros lidos no ano por esse motivo.

Lembrando que aqui eu falo sobre meus sentimentos com relação aos livros, é minha mais sincera opinião, mas isso pode deixar alguém chateado então se isso acontecer peço desculpas desde já.

Minhas escolhas "erradas" foram definidas como tais porque a leitura foi arrastada e me prendeu de uma forma que eu não conseguia terminar, mas não conseguia largar porém não conseguia começar a ler outro livro junto.

Morro Dos Ventos Uivantes: pode ser um clássico, um livro revolucionário pra sua época, mas pra mim tudo foi odioso da história aos personagens. E eu só me pergunto como uma história de um amor não correspondido e de vingança rendeu tantas e tantas páginas. Ele pode ter sido revolucionário na sua época, mas pros dias atuais ele mostra apenas um homem que não soube receber um não de uma mulher e resolveu se vingar. Ok, ele é um cigano, adotado e sofreu bastante durante a vida, mas pra mim o ponto principal é porque recebeu um não de Catherine.

Menina Submersa - Memórias: a edição desse livro o faz ser um dos mais lindos exemplares da minha estante. A história da India (Imp) se passa toda em torno de uma pintura chamada Menina Submersa, mas a história é cheia de idas e vindas, de passado e presente, mas em muitos momentos fica difícil de saber se é uma realidade ou são delírios da personagem. Tudo bem, fica muito claro que a Imp é esquizofrênica, mas não é o primeiro livro com personagens esquizofrênicos que me incomodaram. Estou pensando em acabar com tudo e Onde a lua não está são os outros dois.

Minhas escolhas certeiras foram definidas assim porque a leitura fluiu muito rapidamente e a história me cativou a continuar.
Demolidor - O homem sem medo: um livro sobre meu personagem favorito, que mostra mais detalhes do que já havia assistido na série. Mas mostra um Matt mais atormentado e furioso, além de contar sua história com a Elektra desde o início.

Você (Livro 1) e Corpos Ocultos (Livro 2): os livros que deram origem a série da Netflix são muito mais sombrios do que a série. As pessoas falam da série, mas o livro mostra a realidade dos personagens e o quanto o Joe é perturbado. As temporadas da série mudaram muitas coisas que o livro mostra. #TeamLivroMelhorQueSérie

Miniaturista: comecei sem saber do que a história se tratava, mas é um livro que me surpreendeu. A história de Nella é construída peça por peça e é muito gostosa de ser lida. E todos os personagens tem histórias interessantes. E a história não entregou em nenhum momento o final de seus personagens.

Livros que ficaram para 2020 porque eu não consegui ler todos os livros que tinha colocado na meta "Eu que lute" da minha maratona.
Todas as cores de Natal
Um reflexo na escuridão
Mais escuro
Bem me quero

Livros preferidos de 2019 mas sem ordem de preferência:
Demolidor - O homem sem medo
Corpos Ocultos
Guerra Civil
A morte do Capitão América
Laranja Mecânica
Você
Os 13 porquês
O Conto da Aia

Detalhes completos das minhas leituras diretamente do meu Skoob que você visualiza aqui.

E nenhum dos livros que mais gostei ganharam resenha, mas eu ainda pretendo fazer de alguns deles por julgar os temas deles muito relevantes. Inclusive a minha ideia em 2019 era ter feito mais resenhas, comecei bem, mas no meio do caminho tinha uma pedra... Uma pedra chamada desmotivação. Pretendo que em 2020 ela seja colocada fora do caminho.

No mais quero agradecer imensamente a minha amiga Carla que me aguentou falando de vários desses livros e a todos os moderadores/ criadores da maratona - links abaixo - além de todos os participantes do grupo, que mesmo com nossas discordâncias de opiniões sobre as leituras sempre  mantivemos a educação e nos incentivamos dia a dia. Nós somos vencedores!

Organizadores #desesperatona2019:
@colecionandoprimaveras
@cjessferreira
@naotenhopressa
@sigamoslivros
@estantedaliz
@_depoisdeler
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Mais um ano passou, mas esse diferente dos outros é o fim de uma década e que veio pra mostrar, mais uma vez, que eu ouço os mesmos artistas desde sempre. Desde que comecei a usar o Spotify isso fica ainda mais nítido ano após ano. Comecei a usar o streaming em 2015 e como fim da década eles nos deram uma retrospectiva mais completa.


Mas confesso que não fiquei nada surpresa com as 325 horas ouvidas de Jamie Cullum, com Drink sendo a música mais ouvida nesse ano - afinal o looping foi imenso - e também nenhuma surpresa com Jamie ser meu artista da década, porque toda vez que não sei o que ouvir eu coloco a playlist This is Jamie Cullum.


Quem me conhece ou viu os tops dos anos anteriores, sabe que sempre tem Fresno, Detonautas, Backstreet Boys e Jamie Cullum em alguma posição do meu ranking. Quando comecei a divulgar esse resultado eu usava o iTunes e o top era baseado no número de plays que aparecia no dia que eu abria o app pra fazer o post. Esse ano eu também usei o iTunes e o app Música do iPhone, mas somente para poder ouvir Poléxia, algo que eu fiz isso por algumas boas horas nos últimos meses porque infelizmente não tem a banda no Spotify. Pois se tivesse Poléxia, o resultado seria diferente.

Ainda não exite música mais ouvida na minha vida no Spotify que Natureza Caos da Fresno, mas eu ainda custo a acreditar nisso porque não lembro de ter ouvido ela tanto assim. Vou deixar o link com os resultados do site Top Spotify. Clicando aqui você verá meus 50 artistas mais ouvidos no último mês, nos últimos 6 meses e ao longo de todos esses anos. E se você clicar aqui você verá as minhas músicas mais ouvidas no último mês, nos últimos 6 meses e ao longo de todos esses anos. E caso queira ver os resultados dos tops anuais dos anos anteriores basta clicar aqui.

Década nova, artistas novos surgindo a todo momento, mas acho difícil algum estilo ser capaz de derrubar o rock do meu estilo de música favorita, ele está em 3 dos 5 estilos mais ouvidos por mim no Spotify.


Em 2019, acreditei ter ouvido mais música que nos anos anteriores, mas o gráfico mostra que não cheguei nem perto de bater o recorde de 2017 além de mostrar que 2016 foi um ano triste com tão pouco tempo ouvindo música. Em tempo, 2015 foi o ano que conheci o Spotify e usei ele por pouco tempo.


Aproveito esse post para fazer uma menção honrosa a uma banda que conheci esse ano e que jurei que estaria entre as minhas mais ouvidas. Cigarettes After Sex é uma banda incrível que eu ouvi bastante quando queria relaxar ou dormir.

Antes de deixar a minha playlist de mais ouvidas em 2019, deixo meus artistas e músicas ouvidas de 2015 a 2019.


Esse post foi redigido ao som da minha playlist de As mais tocadas no seu 2019:

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Acabei de terminar a leitura do último livro de 2018. Mudei a meta durante o caminho como sempre e mais uma vez não li tanto quanto gostaria, mas diferente de 2017: esse ano eu posso escolher os livros que quero para fazer uma lista de favoritos. Começo a escrever isso sem saber quantos serão colocados na lista.

Li 15 livros em 2018, 12 físicos e 3 e-books, muito mais do que li em 2017, ano que li apenas 7 e que nem fiz uma lista de preferidos. Em 2016, li apenas 9 porém eu fiz um top 5.

1. Objetos Cortantes
2. As Batidas Perdidas do Coração
3. Todas As Flores Que Não Te Enviei
4. A Invenção de Hugo Cabret
5. Bela Maldade
6. Doutor Sono
7. Deuses Americanos


Comentando um pouco mais sobre os livros.

Os dois primeiros colocados já tem resenha aqui, então só clicar no link. O da terceira posição - Todas As Flores Que Não Te Enviei - foi o que presenteei uma amiga em seu aniversário, a resenha dele está rascunhada, uma hora eu a finalizo.

Além de Doutor Sono, li Joyland do Stephen King, posso dizer que eu amo King. Minha lista de livros dele não é extensa, mas o homem pra escrever thirller psicológico de forma incrível. Só me faz ter vontade de ler muito mais.

Num final de semana inspirado eu li dois livros: Quase Uma Rockstar e Bela Maldade. Dois livros que já estavam em metas anteriores. Sendo que o primeiro eu comecei a ler, parei e quando peguei de novo eu li numa tarde/ noite.

Dois livros me decepcionaram porque as minhas expectativas eram altas: A Menina Que Não Sabia Ler e Tintos e Tantos, o primeiro é pelo título não me fazer ter conexão alguma com a história e o segundo porque eu achei que ele realmente seria tão legal quanto a série adaptada dele.

Esse foi o ano em que eu li 3 do 4 livros que me foram indicados pelas minhas amigas leitoras, o único que eu não li eu comecei a ler o e-book até perceber que tinha assistido ao filme e desanimei totalmente. Em ordem: A Invenção de Hugo Cabret, A Menina Que Não Sabia Ler, Doutor Sono e O Doador de Memórias, prometo ler o último no próximo ano.

O último livro lido em 2018 foi Aqueles Que Nos Salvaram, que a Lelê me deu de presente em um Dia das Mães. Foi um livro que eu custei a terminar, cheguei a largar durante o período eleitoral porque todas aquelas conexões de história e medos estavam me deixam muito mal. Eu realmente passei por um período em que tive crises de ansiedade e pânico. O livro é de um tema recorrente em minhas leituras: o período de horror vivido pelos judeus na Alemanha Nazista de Hitler, afinal entra ano e sai ano, cá estou eu sempre lendo algo sobre essa época sombria da história.

Para 2019, pretendo reler Caixa de Pássaros e começar a ler Game Of Thornes. Pretendo também ler pelo menos 1 livro físico por mês, se for mais é lucro. Porém eu tenho vários e-books, que pretendo realmente ler. E com isso a ideia é escrever sobre todos os livros que eu ler por aqui - mesmo que eles não sejam recentes.

Fiz um desafio no Facebook, no qual eu vou dar um livro para as cinco primeiras pessoas que comentaram na postagem. Talvez sejam mais de cinco, vamos ver as condições do meu bolso. Ao longo do ano é para que eu receba alguns também. Já estou ansiosa, juro!

Eu estou realmente com pressentimento de que 2019 será um ano muito bom.

Feliz 2019 leitores.

O Skoob colocou no ar ranking pessoal de seus usuários, segue o meu abaixo.


Informações completas você ver clicando aqui!

Atualizado em 04/01/2018.
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Enfim dezembro! E com ele algo que eu tenho feito nos últimos anos, mesmo quando eu deixei a frequência das publicações baixa ou nula: minhas listas de favoritos do ano! Para começar vamos falar de música! Além de mostrar meus resultados, vou falar um pouco sobre algumas outras ferramentas que vocês também podem gostar de conhecer.

Eu amo esse tipo de estatística! Parece bobeira, mas eu gosto de ver o resultado daquelas compulsões de ouvir a mesma música ou banda repetidas vezes em uma sequência que parece infinita. O Spotify nos dá estatísticas completas sobre seu ano na plataforma sempre em dezembro. Outra ferramenta oficial deles é o Spotify.me que você pode entrar sempre que quiser porque ele te mostra informações sobre seus hábitos de streaming. 

Fora as duas ferramentas oficiais do serviço, eu uso também o Top Spotify, um website que permite ver com mais detalhes uma lista dos seus artistas e das suas músicas mais ouvidas. As categorias para ambas seguem a seguinte ordem:

artistas/ músicas mais ouvidas no(s):
- último mês;
- últimos 6 meses;
- últimos anos.
Tudo isso com um design simples, listas e monocromático.

Agora entrando no assunto em si, confesso que saber que ouvi menos tempo de música em 2018 do que em 2017 me deixa triste! Foram mais de 18k de minutos a menos! Em 2019 isso vai ter outro rumo, a vai! Confesso que achei que seria mais tempo, porque eu realmente não lembro de ter passado meus dias sem música.

Mas o que realmente me surpreendeu e que eu ainda me recuso a acreditar é que a música mais ouvida foi "Natureza Caos" porque eu sei que não a ouvi em looping infinito, diferente do que fiz com "Don't Go Breaking My Heart" ou "Ser Humano" ou "Primeiro Avião". E digo mais: segundo o ranking do Top Spotify, Natureza Caos não só foi a música mais ouvida de 2018 como é a música que eu mais ouvi na minha vida desde que comecei a usar o Spotify! E isso é assustador porque ela não é nem de longe uma das minhas músicas favoritas da vida e nem da banda!

Mas por outro lado, a música mais ouvida reflete a banda mais ouvida: Fresno, e tenho certeza que isso se deve ao fato da banda estar sempre lançando novas músicas, acredite isso faz muita diferença! Mas eu não achei que fosse ser a minha banda mais ouvida, porque lembro bem de ter passado dias e mais dias sem ouvir nada deles por estar em looping ouvindo NIN e Nothing But Thieves, que por sinal foi uma das minhas descobertas favoritas de 2018. Também tenho ouvido muito jazz, mas isso só fica aparente com a presença do maravilhoso Jamie Cullum na lista, mas além dele eu tenho ouvido muito Hugh Laurie nas últimas semanas.


Abaixo deixo pra vocês a lista retirada do Top Spotify, com as 50 músicas mais ouvidas de todos os meus anos no Spotify e depois os 50 artistas mais ouvidos. Inclusive, tem músicas aí que eu simplesmente deixei de ouvir por motivos de: não aguento mais (leia-se "Primeiro Avião" do Tavares e "Ser Humano" da Tópaz)! Por outro lado, tem músicas que quanto mais eu ouço, mais tenho vontade de ouvir, como por exemplo "Penny" do projeto Visconde do Lucas Silveira, e "I'm Glad There Is You" do Jamie Cullum.


Que venha 2019 e que seja com muito mais música para meus ouvidos!

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A brincadeira veio do Facebook... Pergunte meu top 5 de qualquer coisa, o que foi dito por lá, você pode conferir clicando aqui, mas eu trouxe pra cá porque eu achei que rendia mais algumas coisas que não apareceram por lá ou que podem ser organizadas de uma forma melhor, lembrando que a ordem não necessariamente a que está exposta.

Imagem: GPB Media
Top 5 de shows que não vi - Nacional:
1- Charlie Brown Jr
2- Legião Urbana
3- Planet Hemp
4- O Rappa
5- Tópaz

Top 5 de shows que não vi - Internacional:
1- Linkin Park
2- Paramore
3- Green Day
4- The Rolling Stones
5- Foo Figthers

Top 5 shows - DRC:
1- RIR/ RJ 2011
2- Country Club/ Londrina 2003
3- London Club/ Mafra 2004
4- Live/ Curitiba 2017
5- Gravação do DVD/ RJ 2009

Top 5 shows - Fresno:
1- Ópera de Arame/ Curitiba - 2018
2- Teatro Positivo/ Curitiba - 2012
3- Clash Club/ SP - 2016
4- Carioca Club/ SP - 2016
5- Floripa/ 2010

Top 5 - Músicas que não gosto:
1- Polo - Fresno
2- Tênis Roque - DRC
3- Ana Júlia - Los Hermanos
4- I´ll Never Break You Heart - BSB
5- Eu Quero Ver o Oco - Raimundos

Top 5 - Músicas que eu não aguento mais ouvir:
1- Baby - Justin Bieber - nem sou fã, mas simplesmente não aguento mais ouvir essa música!
2- Primeiro Avião - Esteban Tavares
3- Um Cara de Sorte - DRC
4- The Perfect Fan - BSB
5- Manifesto - Fresno... ok essa ao vivo eu gosto, mas fora disso eu pulo!

Top 5 - Bandas que eu não faço questão de ouvir:
1- Raimundos
2- Guns N' Roses
3- Imagine Dragons
4- Ramones
5- Scalene

Top 5 séries - Finalizadas:
1- House MD
2- Revenge
3- The Originals
4- Containment (amei tanto que tem texto dela aqui)
5- Roadies

Top 5 séries - Em exibição:
1- 9-1-1
2- Demolidor
3- Mr. Mercedes
4- This Is Us
5- Harrow

Top 5 lugares incríveis:
1- Cristo Redentor/ RJ
2- Redenção (Parque Farroupilha)/ Porto Alegre
3- Morro do Cristo/ Guaratuba
4- Mirante Morro das Pedras/ Floripa
5- Liberdade/ SP

Top 5 - Comida:
1- Nachos
2- Hambúrguer
3- Batata com cheddar e bacon
4- Chocolate
5- Pizza

Top 5 - Bebida:
1- Chá gelado
2- Café
3- Água
4- Vinho
5- Suco de maça
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A salvação é uma canção,
A imensidão em minhas mãos...
Fresno - A Sinfonia de Tudo Que Há

Mais uma vez começo o post de músicas do meu ano com essa frase, que é sim uma frase muito importante e que, para mim, faz todo sentido.

2017, ainda não sei o que pensar desse ano. Só sei que algumas coisas não mudaram, a música continua sendo a minha forma de escapar do mundo, de me transportar pra bem longe daqui.

Esse ano, eu quase não usei o iTunes, vivi em base do Spotify e fui muito, mas muito feliz com ele. E diferente de 2016, esse ano eu super recebi a minha retrospectiva musical.

Mais uma vez as bandas são recorrentes, eu não consigo desapegar das minhas bandas favoritas e esse ano eu posso me orgulhar de ter tido bons momentos com DRC e Fresno. Por outro lado ainda estou na espera do novo do BSB, que só em 2018.




A única coisa que me surpreendeu nessa lista foi o gênero mais ouvido ser Rock Gaúcho, mas se eu parar pra pensar eu ouvi tanto Fresno, Tópaz e Esteban que não deveria ser tão surpreendente. Já por outro lado tem uma coisa que deve ser fato: pra 2018 a lista não será lá muito diferente, porque a playlist de músicas mais ouvidas do ano de 2017 vai ser ouvida muito, muito mesmo!


O disco mais amor de 2017, foi o que eu mais ouvi “VI” do DRC.


No mais, que venha 2018.
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Eu li tão pouco em 2016 que nem um top 10 pode ser feito 😞

Algo que esqueci de mencionar no post das metas é que um dos motivos pelo quais eu li pouco foi porque priorizei as séries, então isso aliado com muita preguiça resultaram em poucas leituras mesmo. Posso falar sobre as séries? Não, porque eu realmente não assisti tantas assim, mas vi temporadas inteiras das que eu estava atrasada e a que me chamou mesmo atenção foi Containment e eu falei sobre ela aqui.

Eu mais uma vez inicie a leitura do livro do "Facing the Music And Living To Talk About It" do Nick Carter, mas ainda não terminei por um motivo simples: o livro é MUITO REPETITIVO, fala várias vezes a mesma coisa: você pode, você consegue, procure ajuda de um profissional, comportamento destrutivo. Mas conta algumas coisas legais sobre a carreira dele e dos BSB - a vida pessoal dele nunca me interessou então ter certeza do pandemônio que ele vivia é angustiante.

Tirei da meta do ano passado, no meio do caminho alguns livros porque eu ainda tinha a esperança de cumprir a meta de ler 12, mas eu fiz duas escolhas bem erradas e isso só atrapalhou. "Onde A Lua Não Está" do Nathan Filer e "Uma Constelação de Fenômenos Vitais" do Anthony Marra. As duas leituras se arrastaram. O livro do Marra é bom, tem um plano de fundo histórico que vai amarrando a história os personagens uns aos outros, todos os personagens tem uma relação de vida diretamente ligadas sem fazerem ideia disso, cada passo dado só os liga mais. Já o livro do Filer eu realmente achei confuso e isso o tornou chato, acho que isso é consequência da história ser narrada por um personagem que tem esquizofrenia, confesso que não conheço a doença e se ela é assim, realmente a vida de um doente é muito complicada. E falando no livro do Marra tive várias vontades de largar ele no meio do caminho por conta de opiniões como essas emitas no livro por uma menina de apenas 8 anos:

 -----

Vendo o resultado da meta completa está no meu perfil do Skoob dá pra ver que eu comecei bem o ano, li 3 livros em janeiro depois disso a coisa desandou de vez...

1. Garotas de Vidro - Laurie Halse Anderson
2. Passarinho - Crystal Chan
3. Amores Impossíveis e Outras Perturbações Quânticas - Lucas Silveira
4. Transbordar - Leandro Neko & Anna Sofya
5. Battle Royale - Koushun Takami

Imagem: We heart it
Eu deixei em rascunho três resenhas dos livros que li (dois desse ano e uma ainda do ano passado) e acabei não fazendo, quero ver se faço nos próximos dias todos os posts que planejei em 2016 para esse ano. Vamos ver como 2017 será.
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Tally Lima é curitibana; nascida em 26/02; jornalista pela Universidade Positivo; mãe coruja da princesa Lettys; rockeira por influência própria; leitora incondicional de qualquer gênero literário; viciada em séries; amante da boa música; amor incondicional por Backstreet Boys, Detonautas Roque Clube, Fresno e Jamie Cullum. Owner do blog Eu Sou Detonautas e moderadora da página Mario Camelo. Quer saber mais? Então clica aqui que tem uma versão mais completa sobre mim!

Email: tallyy@gmail.com

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