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Não foi fácil viver 2021, mas eu venci. E que ano! Então é chegada a hora de escrever um pouco sobre o que me salvou nesses dias de insanidade ao redor do mundo. Mas pior do que ver a insanidade pela janela, é ter ela dentro de sua casa.

Posso mais uma vez considerar que foi um ano produtivo. Não li tanto quanto gostaria, não assisti a todos os filmes que pretendia e muito menos zerei a lista de séries, pelo contrário ela cresceu mais um pouco. A música tive um ano de ciclo vicioso obsessivo.

Photo by S O C I A L . C U T on Unsplash
Um resumo do ano:

Música: 58.350 minutos ouvidos;
Séries: 58 séries, sendo 64 temporadas com um total de 876 episódios;
Filmes: 36 filmes;
Livros: 45 títulos.

Música:
Eu disse que meu ano musical foi um ciclo vicioso obsessivo e posso provar:

Das 50 músicas mais ouvidas na minha vida no Spotify, 49 (2º ao 50º) são do Jamie Cullum. A única que não é e está em 1º é do @detonautas.

— Tally Lima📚 (@tallyylima) December 1, 2021

Jamie Cullum pra mim é conforto e segurança, vai ser difícil virar esse jogo, porque uma vez que eu ouça qualquer playlist dele, automaticamente ele aparece em 1º na semana. Mas sigo fazendo o possível para conter o impulso e deixando pra ouvir quando fica insustentável - principalmente por conta de alguma crise de ansiedade. O tempo ouvindo música esse ano foi quase 50% menor que o anterior, o que certamente foi compensado vendo série.

#SpotifyWrapped

Mas sinceramente tenho muitas dúvidas se a métrica do algoritmo do Spotify está fazendo seu trabalho corretamente para captar e gerar a retrospectiva anual. Digo isso porque se Jamie Cullum é meu artista mais ouvido - em todos os quesitos possíveis - como é que pode o gênero mais ouvido ser MPB e o Vocal Jazz estar apenas em 4º. Eu tenho certeza absoluta que ouvi muito mais rock e jazz em 2021 do que MPB. E mais uma coisa: quando entramos na busca, onde aparecem as infos de gêneros musicais pra facilitar nossa busca de playlist, os 2 primeiros que aparecem são os nossos mais ouvidos - antigamente apareciam 4, caiu pra 2 quando implantaram as infos de podcast. E foi nessa mudança no app que o meu algoritmo se perdeu. Quando acessamos a busca pela web ou pelo computador, aparecem os 4 e aí tem uma discrepância sem tamanho porque pra mim aparecem dois gêneros estranhos, dance/ eletrônico e cristã e eu simplesmente não ouço nada desses estilos. Em tempo antes do dance/ eletrônico aparecia hip-hop, que adivinha: eu também não ouço! Quase iniciando uma conta nova na plataforma para ver se isso se resolve.

Print: Spotify Web Player

Segue aqui a minha playlist com as minhas tocadas.


Séries:
Tem semanas que a vontade de assistir é nula, tem semanas que a vontade é de devorar tudo. Em 2021 vi muito mais coisa comparando com 2020, o que representa um aumento em mais de 200 episódios no ano. E eu nem cheguei perto das séries mais antigas e nem comecei quase nada do que já tinha na lista de "a começar". Obrigada Marvel por lançar novas séries e trazer de volta meu amado Daredevil!!

Print de 'stats' do Tv Time

Mais uma vez, eu terminei 2021 e comecei 2022 revendo Daredevil + Defenders. Receio que essa seja minha série favorita da vida e House fica com a medalha de prata. Deixo abaixo meus 5 destaques no quesito séries mais interessantes do ano. Sem ordem de preferência - mentira, Kin é de fato a que mais gostei no ano e deixei em 1º por isso - e com links para que vocês possam conhecer as que tiverem interesse. 

Kin
Good Omens
Superman & Lois
Hawkeye
Blown Away

Imagens: Divulgação

Filmes:
Substitui os filmes natalinos pelos do Universo Marvel. É muito satisfatório assistir em ordem cronológica e ver a história se encaixando perfeitamente onde deve ser. Não tive coragem de ir ao cinema ver No Way Home e/ ou Matrix 4. Entretanto me preparei para tal, vendo os dois filmes de Homem-Aranha do Andrew Garfield que não tinha visto e revi todos os outros, logo vejo No Way Home - porque os spoilers foram controlados até certo ponto, porque peguei um que não procurei e  não gostei de saber.

Praticamente só vi filmes já lançados há alguns anos. Entre os quais, a franquia de X-Men que havia começado em 2020. Seguem os meus destaques do ano, sem ordem de preferência, mesmo.

Imagens: Divulgação

Livros:
E pra fechar, mas não menos importante minhas leituras. Li 10 a menos se for comparar com o ano anterior, mas isso não me incomodou. Como disse lá no início não foi fácil viver 2021. Mas pelo menos todo mês teve pelo menos 1 livro ou conto lido. Ter acesso aos contos gratuitos da Amazon fazem muita diferença. Mas esse ano percebi que o Kindle é um meio muito mais prático para acumular leituras. A estante tem facilmente mais de 500 opções. E muitos outros vão chegar. E fica a pergunta: como ler tudo isso?

Print retrospectiva Leituras de 2021 do Skoob

Esse ano destaco 5 livros e 5 contos, em ordem de preferência. Com direito a autor que segue na lista pelo segundo ano.

Livros:
Verity - Colleen Hoover
Misery - Stephen King
A fúria dos reis - George R.R. Martin
A esposa silenciosa - Karin Slaughter
A pequena livraria dos sonhos - Jenny Colgan

Contos:
Singular - Zoe X
O conto da raposa vermelha - R. J. Dabliu
21 micro contos - Gabriel Mascarenhas
A porta no muro - H. G. Wells
Um acordo de Natal - Aline Sales

Capas dos livros retiradas da internet

Deixo aqui um pequeno comentário sobre o que me fez gostar dessas leituras. E a conclusão é que apenas um dos cinco livros preferidos era inédito no meu radar, os outros já estavam na famigerada lista de "um dia eu leio, quem sabe...". Fica a lembrança que muitos ebooks foram conquistados lá no início da quarentena, quando a pandemia era levada a sério. (Se cuidem, ainda não acabou!!!)

Verity - Colleen Hoover
Esse livro tinha chamado minha atenção há tempos, pela capa e sinopse. Mas quando a leitura começa nada do que tenha sido dito na sinopse te prepara para o que você encontra nessa história. Pra se ter ideia, você sai de uma morte aleatória pra um desejo de romance em parágrafos, e isso não soa nada como loucura. É uma escrita fascinante, que prende a sua atenção e as vezes seu fôlego. Fica o aviso dos seguintes gatilhos: tentativa de aborto, cena de morte descritiva, maus-tratos a crianças e psicopatia. Foi meu primeiro livro da Colleen, mas não será o único.

Misery - Stephen King
Já li alguns livros do King e nenhum deles tem nada de semelhante. A escrita do King é primorosa e suas histórias são maravilhosas. Esse é mais um daqueles livros que estava na minha estante há tempos, mas só iniciei essa leitura quando encontrei uma LC dele. Mas não era o momento certo para mim. Eu demorei meses para concluir o livro. Passei muita raiva porque faz parte da história ter um livro dentro do livro e esse livro foi responsável por todas as vezes em que eu quase desisti e taquei o Kindle na parede. Por sorte, a história principal te segura ali, te faz ter vontade de saber o que acontecerá com a vida de Paul e Annie. Não é minha recomendação para iniciar a ler King, se sua ideia for essa comece por Joyland. 

A esposa silenciosa - Karin Slaughter
Esse é o livro que não estava em meu radar, eu nunca tinha ouvido falar sobre ele. E esse livro é o 10º de uma série de romances policiais chamada "Série Will Trent", sendo Will Trent um detetive. Eu não faço a menor ideia do que acontece nos nove livros anteriores a esse porque pra mim não fez a menor diferença! Não é necessário ter lido nada antes para compreender a história, apenas fica a pergunta para saber porque a série é do Will Trent se ele parece ser um personagem secundário. A leitura engrenou lá pelo capítulo 5. E a todo momento a pergunta era "Quem é esse filho da puta?" junto com "Eu não sei nem como classificar esse desgraçado!" nessa história Will e a equipe da GBI - Georgia Bureau of Investigation - estão investigando uma série de crimes sexuais e assassinatos ocorridos ao longo de vários anos em Atlanta e arredores. As cenas dos médicos legistas são bem descritivas e tem também um monte de gatilhos, listados a seguir: assassinato, estupro, agressão, assédio, sodomia forçada, mutilação de cadáver e necrofilia. É uma lista extensa de gatilhos, mas que fazem essa leitura ser mais uma daquelas de prender o fôlego e passar muita raiva. E o final é satisfatório, afinal não existe crime perfeito.

A pequena livraria dos sonhos - Jenny Colgan
Esse romance foi um dos presentes de quarentena, foi um livro que foi disponibilizado gratuitamente em algum momento da pandemia. Lembro de ter visto ele logo que foi lançado, mas ele foi ficando sempre pra depois. Em meio a uma crise de insônia e ansiedade em alguma madrugada, decidi começar essa leitura. Afinal é um romance, com esse nome vai ser algo fofo. Um romance sobre importância da leitura e da literatura para diversos tipos de pessoa. De fato é isso mesmo, mas tem mais. É uma história de amor, mas que tem amizades sinceras, superação e realização de sonhos. No início eu queria matar os amigos da Nina, os dois. Mas a Nina consegue seguir com seus objetivos mesmo nas adversidades, apesar de quase desistir porque não se achava capaz.

Singular - Zoe X
É um livro sobre amor, vida e morte. A morte não é um spoiler nessa história. Pra mim foi uma história bem difícil de ser lida, porque eu sou o tipo de pessoa que não consegue aceitar a morte como consequência da vida. E esse conto, de certa forma, mostra como se deve viver sabendo que mais nada pode ser feito além de aguardar a chegada do fatídico dia. E Ayleen Pumpkin faz isso com maestria e malandragem na companhia de seu melhor amigo.

21 micro contos - Gabriel Mascarenhas
Eu gosto muito dos contos do Gabriel porque eles me desafiam. Eles fazem pensar, refletir e até achar conexões com outras coisas das quais nem ele nem faz ideia da existência, como foi o caso de eu relacionar o conto "Padrão" com a música "Essa Coisa (Acorda - Trabalha - Repete - Mantém)" da Fresno. E eu me sinto desafiada porque ele usa referências fora do meu campo de conhecimento e se quiser de fato entender, preciso ir buscar elas de outra forma. Nesse ebook, existem contos inéditos, mas também os que ele publicou ao longo de 2020 em seu já desativado perfil do Instagram.

A porta no muro - H. G. Wells
O que me chamou atenção nesse conto que também foi um dos presentes da quarenta, foi seu autor. E aqui temos a busca de Wallace por sua porta no muro. Ao longo do conto vemos que a porta aparece muitas vezes, mas ele só tinha conseguido entrar nela uma única vez por n motivos. É uma história curta, mas que nos faz pensar no real significado da dita porta.

Um acordo de Natal - Aline Sales
Como todo bom conto de Natal, tem que ter um casal. Mas o casal desse conto não é um casal convencional, afinal Betina está tão desesperada para não ser despejada que aceitar ser uma sugar baby. O que eu mais gostei nessa história que envolve uma sugar baby e um CEO é que ele não descamba para o hot como em uma infinidade deles. Eu de fato amei esse conto ao ponto de o indicar como leitura na semana do Natal para outros leitores.

Bônus:
O ano de 2021 foi o responsável por eu saber o que é crise de ansiedade. Foram muitas, intensidades diversas e em qualquer horário e lugar. Mas um coisa que me ajudou em muitos desses momentos foi assistir "Que história é essa Porchat?" no YouTube. Foram incontáveis as vezes que eu deixei essas histórias rodando até cair no sono pra me acalmar. Deixo aqui 3 das minhas histórias favoritas: Gregório Duvivier, João Vicente de Castro e Fernanda Torres.



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Eu perdi completamente meu foco em 2020. Zero vergonha de assumir. Nesse momento estou escrevendo aqui com um monte de coisa fervilhando na minha cabeça e isso é ótimo porque será o esforço para retomar o foco.

Eu comecei a escrever esse post em 8 de janeiro e só estou terminando agora. A perda de foco, não será tratada aqui, afinal vou focar em realmente terminar o que já comecei, não só com esse post, mas com todos os outros que estão no rascunho.

C'est la Vie...

Será que 2020 foi minimamente próximo do planejado? Pra mim foi. Não que tenha sido fácil, mesmo que eu tenha mantido meu trabalho normalmente. Mas permanecer trabalhando foi cansativo e exaustivo porque a preocupação a cada minuto com a higienização de tudo e qualquer coisa deixa a cabeça em um looping cansativo. Sempre agradeci os momentos em que não sai de casa e só me sinto de fato segura quando estou em casa. Fiquei meses sem colocar o pé em um mercado. Faz mais de 1 ano que não imagino o que seja shooping. Mas isso é fácil. Difícil mesmo foi ficar sem um show, essa de fato é a aglomeração que sinto falta.

Photo by Words as Pictures from StockSnap
Mas por outro lado, foi um ano produtivo no quesito entretenimento. Particularmente 2020 foi um bom ano pra assistir e ler, a pandemia fez com que todos os compromissos sociais fossem inexistentes, então sim, ajudou. Eu não parei de trabalhar, mas todo o resto foi evitado com sucesso.

Um resumo do que começarei a contar nesse post:

Música: 111.006 minutos ouvidos;
Séries: 54 séries, 70 temporadas divididas em 635 episódios;
Filmes: 31 filmes;
Livros: 55 títulos.

Música:
Ainda em agosto, disse isso aqui:

Arrisco, agora em Agosto, a dizer que o meu top 3 de bandas mais ouvidas em 2020 será:

- Jamie Cullum
- Backstreet Boys
- Poléxia

Talvez não nessa ordem, mas tenho certeza que será.

— Tally Lima (@tallyylima) August 2, 2020

Sim, eu acertei exatamente o meu top 3 lá em agosto de 2020. E esse ano só serviu pra confirmar que Jamie Cullum é meu confort. As 5 músicas mais ouvidas são dele e isso não me surpreende nem um pouco.

 

Fica aqui a minha playlist de as mais tocadas no ano que passou:


Séries:
Já perdi o controle sobre minha lista "a começar" faz um tempo, mas planejo ver todas as mais antigas - e completas - que estão na lista e ir intercalando com algumas novas ao mesmo tempo que tento manter as que estão em andamento em dia. Tem meses que não rola ver muita coisa, mas tem meses muito bons.


Sei que terminei o ano revendo Daredevil, que é um das minhas séries favoritas da vida - lado a lado com House. Na minha opinião, o que vi em 2020 que merece destaque - sem ordem de preferência e com links para que você possa conhecer um pouco mais sobre a série - são os seguintes títulos:

Sløborn
Sorry for your loss
Unbelievable
Defending Jacob
The Handmaid's Tale

Imagens: Divulgação
Filmes:
As vezes eu acho que tenho preferência por séries, mas eu me propus e ver pelo menos 1 filme por mês em 2020, terminei com 31 títulos. Alguns eu decidi rever, os outros eram novidade pra mim, porque eu deixo os filmes passarem e penso "eu ainda não vi o filme tal, que foi lançado em 2012". Sim, isso é real. Tanto que assisti a franquia Jogos Vorazes - e também li os livros - ano passado.

Revi "Segundas Intenções" e também toda a Saga Crepúsculo, comecei a (re)ver a franquia de X-Men, mas ainda não terminei, decidi rever porque eu sei que tem filmes nessa franquia que não vi, como não lembro exatamente quais preferi pegar todos novamente.

Dos 31, dou destaque, mas sem ordem de preferência, para:

The Devil All The Time
Green Book
Birds of Prey
Jojo Rabbit
Frozen II

Imagens: Divulgação
Deixo aqui também 2 curtas metragens que me deixaram em lágrimas:

Umbrella
If Anything Happens I Love You

Imagens: Divulgação
Livros:
Foi meu melhor ano de leitura. Nunca consegui ler tanto. Foi também o ano em que conquistei meu Kindle e isso ajudou muito. Eu tinha preconceito com livros digitais, mas ao começar a ler no app do Kindle no celular e no notebook, percebi a diferença. E ler no Kindle é ainda melhor porque ele é de fato feito única e exclusivamente para ler, zero distrações pulando em forma de notificação na tela pra tirar o foco. E a velocidade da leitura é melhor. E eu me sinto muito bem em poder escolher os 10 que mais gostei, porque teve ano em que eu mal pude escolher 5.

Romances, fantasias, suspense, contos, poesias, clássicos, ficção científica... li de um tudo em 2020. E li muita coisa boa. E diferente das séries e dos filmes, aqui eu vou destacar o que realmente gostei em ordem de preferência.

O Peso do Pássaro Morto - Aline Bei
A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes - Suzanne Collins
Sol da Meia-Noite - Stephenie Meyer
Passarinha  - Kathryn Erskine
A Guerra dos Tronos - George R. R. Martin
Coração de Tinta - Cornelia Maria Funke
As 220 Mortes de Laura Lins - Rafael Weschenfelder
Caixa de Pandora - Gabriel Mascarenhas
Não Sol Mais Céu - Guilherme Oliveira
Malorie - Josh Malerman


Não vou resenhar todos esses livros, mas todos eles mereciam uma resenha completa - quem sabe um dia? - então por hora vou deixar algumas eventuais colocações sobre alguns deles.

O Peso do Pássaro Morto - Aline Bei:
Eu até hoje me pego pensando nessa história. Eu ainda lembro do Vento - aliás, eu nunca vou esquecer o Vento. Um livro curto nas quantidade de páginas e mas imenso em seu conteúdo. Acredito muito que o fato de me ver em muitos pontos da narrativa, faz com que essa história se torne pessoalmente impactante.

"Narra a história da vida de uma mulher, dos 8 aos 52, desde as singelezas cotidianas até as tragédias que persistem, uma geração após a outra. Um livro denso e leve, violento e poético. É assim "O peso do pássaro morto", romance de estreia de Aline Bei, onde acompanhamos uma mulher que, com todas as forças, tenta não coincidir apenas com a dor de que é feita.

A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes - Suzanne Collins
Esse livro foi um daqueles que eu não consegui largar até terminar. Em nenhum momento a narrativa é monótona ou arrastada. E não acreditem NUNCA em quem tentar te convencer que é uma história desnecessária, porque ela é muito importante. Muito além de mostrar a origem de Coriolanus Snow, essa história nos mostra a origem de muitas coisas que lemos/ vimos na trilogia original - como algumas canções. E serve também para despertar sentimentos diversos.

Sol da Meia-Noite - Stephenie Meyer
Esse foi muito aguardado, por anos. Mais de uma década depois, ele chegou. Eu queria há tempos reler a saga Twilight, então esse lançamento foi o empurrãozinho que faltava, eu reli - e arrastei a Carla junto - toda a saga em menos de 2 meses (4 livros originais + fanfic sobre lua de mel + A Breve Segunda Vida de Bree Tanner).

Serviu pra mostrar que eu de fato gosto muito desses livros e que não importa o quanto o Edward pareça/ seja tóxico eu o amo. Mas amo mais ainda a Alice. E serve também de frustração porque a história vista pelos olhos do Edward é muito mais legal do que pelos da Bella. Como a história é narrada pelo Edward temos mais detalhes da vida e da história da Família Cullen. Seria muito bom ter toda a saga na visão dele. Ainda podemos sonhar!

Passarinha  - Kathryn Erskine
Um livro que tem como protagonista uma menina autista, que nos mostra como uma história trágica conectam pessoas de formas diferentes e geram traumas diferentes para seus envolvidos. É uma história ficcional baseada em fatos reais, é a busca de um desfecho em um mundo que precisa ser preto e branco para ser seguro e confortável.

O livro lançado em 2010, mas sua história foi fruto da marcante tragédia ocorrida em 2007, o massacre de Virgínia Tech University.

As 220 Mortes de Laura Lins - Rafael Weschenfelder
Um conto nacional, muito gostoso e rápido de ler.
Como o nome diz a Laura morre 220 vezes. Parece angustiante saber disso, mas o livro nos mostra que uma pessoa pode morrer 220 vezes no mesmo dia de diferentes formas e nada irá mudar o destino dela. Será mesmo?

Caixa de Pandora - Gabriel Mascarenhas
A Caixa de Pandora é um conto sobre o amor de uma filha a seu pai, acima de qualquer motivo. Que mostra o poder de um segredo e da mentira em nossa sociedade. Um conto pequeno e com uma verdade super atual. Seria interessante uma versão expandida dessa história - essa ideia ainda permanece em minha mente. Li esse conto perto do Dia dos Pais e escrevi as linhas acima perto disso. Gabriel tem outros contos muito bons e eu não sei qual gosto mais, então escolhi o primeiro que li. E pra fechar ele é super gente boa!


Não Sol Mais Céu - Guilherme Oliveira
Li alguns livros de poesia em 2020, apenas dois nacionais, esse foi um deles. Esse em especial, me tocou porque eu senti muitas verdades pessoais nele. Algumas até despertaram lembranças que estavam guardadas no fundo do coração. Além de tudo o Guilherme é simpático e com opiniões bem parecidas com as minhas.

Malorie - Josh Malerman
Eu não achei que Caixa de Pássaros precisasse de uma continuação, mas como ela veio entrou imediatamente no meu radar e empurrou alguns livros da meta de leitura pra depois. Foi uma leitura rápida e boa. Foi bom reencontrar Malorie, Tom e Olympia. O caos com as criaturas continua? Essa é uma pergunta que tem uma resposta muito interessante ao final do livro. É um livro com boas revelações e até vingança! O que me irritou um pouco foi a excessiva preocupação da Malorie e a prepotência adolescente de Tom. Só espero, que essa tenha sido um final definitivo para essa história.
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Mais um ano passou, mas esse diferente dos outros é o fim de uma década e que veio pra mostrar, mais uma vez, que eu ouço os mesmos artistas desde sempre. Desde que comecei a usar o Spotify isso fica ainda mais nítido ano após ano. Comecei a usar o streaming em 2015 e como fim da década eles nos deram uma retrospectiva mais completa.


Mas confesso que não fiquei nada surpresa com as 325 horas ouvidas de Jamie Cullum, com Drink sendo a música mais ouvida nesse ano - afinal o looping foi imenso - e também nenhuma surpresa com Jamie ser meu artista da década, porque toda vez que não sei o que ouvir eu coloco a playlist This is Jamie Cullum.


Quem me conhece ou viu os tops dos anos anteriores, sabe que sempre tem Fresno, Detonautas, Backstreet Boys e Jamie Cullum em alguma posição do meu ranking. Quando comecei a divulgar esse resultado eu usava o iTunes e o top era baseado no número de plays que aparecia no dia que eu abria o app pra fazer o post. Esse ano eu também usei o iTunes e o app Música do iPhone, mas somente para poder ouvir Poléxia, algo que eu fiz isso por algumas boas horas nos últimos meses porque infelizmente não tem a banda no Spotify. Pois se tivesse Poléxia, o resultado seria diferente.

Ainda não exite música mais ouvida na minha vida no Spotify que Natureza Caos da Fresno, mas eu ainda custo a acreditar nisso porque não lembro de ter ouvido ela tanto assim. Vou deixar o link com os resultados do site Top Spotify. Clicando aqui você verá meus 50 artistas mais ouvidos no último mês, nos últimos 6 meses e ao longo de todos esses anos. E se você clicar aqui você verá as minhas músicas mais ouvidas no último mês, nos últimos 6 meses e ao longo de todos esses anos. E caso queira ver os resultados dos tops anuais dos anos anteriores basta clicar aqui.

Década nova, artistas novos surgindo a todo momento, mas acho difícil algum estilo ser capaz de derrubar o rock do meu estilo de música favorita, ele está em 3 dos 5 estilos mais ouvidos por mim no Spotify.


Em 2019, acreditei ter ouvido mais música que nos anos anteriores, mas o gráfico mostra que não cheguei nem perto de bater o recorde de 2017 além de mostrar que 2016 foi um ano triste com tão pouco tempo ouvindo música. Em tempo, 2015 foi o ano que conheci o Spotify e usei ele por pouco tempo.


Aproveito esse post para fazer uma menção honrosa a uma banda que conheci esse ano e que jurei que estaria entre as minhas mais ouvidas. Cigarettes After Sex é uma banda incrível que eu ouvi bastante quando queria relaxar ou dormir.

Antes de deixar a minha playlist de mais ouvidas em 2019, deixo meus artistas e músicas ouvidas de 2015 a 2019.


Esse post foi redigido ao som da minha playlist de As mais tocadas no seu 2019:

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Enfim dezembro! E com ele algo que eu tenho feito nos últimos anos, mesmo quando eu deixei a frequência das publicações baixa ou nula: minhas listas de favoritos do ano! Para começar vamos falar de música! Além de mostrar meus resultados, vou falar um pouco sobre algumas outras ferramentas que vocês também podem gostar de conhecer.

Eu amo esse tipo de estatística! Parece bobeira, mas eu gosto de ver o resultado daquelas compulsões de ouvir a mesma música ou banda repetidas vezes em uma sequência que parece infinita. O Spotify nos dá estatísticas completas sobre seu ano na plataforma sempre em dezembro. Outra ferramenta oficial deles é o Spotify.me que você pode entrar sempre que quiser porque ele te mostra informações sobre seus hábitos de streaming. 

Fora as duas ferramentas oficiais do serviço, eu uso também o Top Spotify, um website que permite ver com mais detalhes uma lista dos seus artistas e das suas músicas mais ouvidas. As categorias para ambas seguem a seguinte ordem:

artistas/ músicas mais ouvidas no(s):
- último mês;
- últimos 6 meses;
- últimos anos.
Tudo isso com um design simples, listas e monocromático.

Agora entrando no assunto em si, confesso que saber que ouvi menos tempo de música em 2018 do que em 2017 me deixa triste! Foram mais de 18k de minutos a menos! Em 2019 isso vai ter outro rumo, a vai! Confesso que achei que seria mais tempo, porque eu realmente não lembro de ter passado meus dias sem música.

Mas o que realmente me surpreendeu e que eu ainda me recuso a acreditar é que a música mais ouvida foi "Natureza Caos" porque eu sei que não a ouvi em looping infinito, diferente do que fiz com "Don't Go Breaking My Heart" ou "Ser Humano" ou "Primeiro Avião". E digo mais: segundo o ranking do Top Spotify, Natureza Caos não só foi a música mais ouvida de 2018 como é a música que eu mais ouvi na minha vida desde que comecei a usar o Spotify! E isso é assustador porque ela não é nem de longe uma das minhas músicas favoritas da vida e nem da banda!

Mas por outro lado, a música mais ouvida reflete a banda mais ouvida: Fresno, e tenho certeza que isso se deve ao fato da banda estar sempre lançando novas músicas, acredite isso faz muita diferença! Mas eu não achei que fosse ser a minha banda mais ouvida, porque lembro bem de ter passado dias e mais dias sem ouvir nada deles por estar em looping ouvindo NIN e Nothing But Thieves, que por sinal foi uma das minhas descobertas favoritas de 2018. Também tenho ouvido muito jazz, mas isso só fica aparente com a presença do maravilhoso Jamie Cullum na lista, mas além dele eu tenho ouvido muito Hugh Laurie nas últimas semanas.


Abaixo deixo pra vocês a lista retirada do Top Spotify, com as 50 músicas mais ouvidas de todos os meus anos no Spotify e depois os 50 artistas mais ouvidos. Inclusive, tem músicas aí que eu simplesmente deixei de ouvir por motivos de: não aguento mais (leia-se "Primeiro Avião" do Tavares e "Ser Humano" da Tópaz)! Por outro lado, tem músicas que quanto mais eu ouço, mais tenho vontade de ouvir, como por exemplo "Penny" do projeto Visconde do Lucas Silveira, e "I'm Glad There Is You" do Jamie Cullum.


Que venha 2019 e que seja com muito mais música para meus ouvidos!

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Lembro de quando descobri esse livro, mas não lembro quando foi, só lembro que o fato da história misturar música durante toda a narrativa me laçou. Comprei o livro e ele foi ficando na meta de leitura desde então, porque não muito depois de adquirir o livro, descobri que o livro não era único, que seria uma saga e isso me desanimou um pouco porque estou em uma fase de querer histórias completas em um único volume, prefiro livros maiores do muitos volumes. Até porque se eu leio um e gosto preciso ler toda a continuação o mais breve possível, porém se não me agrada posso simplesmente esquecer que a história existe, mas nesse caso, o livro tem um ponto positivo: a história contada tem início, meio e fim, o livro seguinte mostra o que acontece depois na vida dos protagonistas. Pode perfeitamente passar como uma história única. E confesso, o livro é muito bom, quero ler todos os volumes, mas não de forma desesperada, dá pra ir com calma.

Essa é uma resenha difícil, porque não tem como falar muito sem entregar detalhes do livro e talvez acabar com algumas expectativas, mas não serei tão detalhista assim, só citarei o necessário porque é algo que aparece logo nas primeiras páginas. A própria sinopse oficial do livro conta isso em mais detalhes do que eu me permiti a escrever, então se não quiser tantos detalhes pule essa parte que está sinalizada corretamente :]

Antes de falar sobre o livro em si, digo que: os dois primeiros volumes da saga contam a história de Viviane e Rafael, os outros dois contam as histórias de outros personagens que fazem parte do círculo familiar e de amigos dos protagonistas. Um conta mais profundamente uma história que já aconteceu, mas foi contada muito superficialmente nesse volume e que ainda precisa de um desenrolar e a outra história começou a ser escrita nesse primeiro livro e tem muita coisa pra contar.

Guitar by Vladimir Belochkin from the Noun Project
Sinopse oficial:

Uma narrativa sexy sobre o encontro atormentado entre a dor e o amor

Viviane acaba de perder o pai. Com a mãe em depressão, ela se vê obrigada a assumir o controle da casa com o irmão mais novo. Rafael teve o pai assassinado há alguns anos e agora viu quatro pessoas de sua família, incluindo a única irmã, morrerem em um acidente de carro. Viviane pertence a uma classe social que ele despreza. Rafael é tudo o que ela sempre ouviu que deveria evitar. Eles são opostos, porém dividem a mesma dor. Jamais se aproximariam se a morte não os colocasse frente a frente, e agora, por mais que saibam que são completamente errados um para o outro, não conseguem evitar uma intensa conexão, que poderá salvá-los ou condená-los para sempre.

Guitar by Vladimir Belochkin from the Noun Project

Sim, é uma história de amor. E pra mim rendeu várias lágrimas em momentos diversos. O amor e a dor são intrínsecos em toda a história. Viviane perde o pai, Rafael já passou por isso e agora tem que enfrentar mais uma tragédia, passar mais uma vez por essa dor. E é no meio de toda a dor, que eles descobrem o que é o verdadeiro amor.

Em algum lugar, na contra capa do livro, menciona que ele faz parte do gênero new adult, mas eu não o considero assim, ok existem uma parte ou outra da história com uma narrativa bem descritiva sobre sexo - que é maravilhosamente escrita, diga-se de passagem - mas para mim não chega nem perto do que eu conheci do gênero que são a trilogia de 50 Tons (somente assisti aos filmes) ou da Saga Crossfire (li os cinco livros).

A história se passa antes do boom das redes sociais, o livro lançado em 2014, ainda tem o saudoso MSN como protagonista e o celular é usado como telefone e para troca de sms, nada de registros de fotos e compartilhamentos de momentos nas redes. E sim é muito bom ter isso claramente na história.

Viviane, é uma patricinha, pertencente ao nicho das famílias da classe mais alta de SP. Viviane, tem dinheiro, não esconde isso em nenhum momento, mas não é do tipo esnobe, que faz as coisas pra mostrar que o pode. A riqueza da família não a deixou esnobe ao ponto de ignorar o que tem a sua volta, mas ela não costuma sair do círculo seguro que a vida lhe proporcionou. Ela é inteligente e afetuosa ao mesmo tempo em que está quebrada psicologicamente pela morte do pai.

Rafael, é um cara rebelde, que pertence a uma classe mais baixa, mas sem nenhuma dificuldade financeira, tem sua própria moto e apartamento. Sabe dar valor ao dinheiro que tem, trabalha duro para ter suas coisas ao mesmo tempo que luta contra a depressão, vícios e a morte, além de cuidar do primo que também foi atingido pela tragédia. É também cara inteligente e que sabe como transitar entre as classes sociais diversificadas que convive sem nenhuma dificuldade.

Um livro cheio de frases clichês que ninguém nunca saberá da autoria. É o verdadeiro clássico de os opostos se atraem. Desde o primeiro momento isso fica muito claro. O desenrolar da história não é forçado, é realmente muito sincero e intenso. O envolvimento deles é rápido e apaixonante, você quer saber o próximo passo. O vínculo inicial deles é a forma como eles se entendem na forma de lidar com a dor que a morte trouxe pra suas vidas. Sem cobranças, é só o conforto do silêncio.

A música faz parte da história deles, ajuda a construir a história e a contar a história. Não são apenas citações, as músicas aparecem no início de cada capítulo e tem relação direta com a história naquele momento. A Bianca além de escrever maravilhosamente bem tem um gosto musical que acrescenta a história e a completa perfeitamente bem. Como ela fez essa seleção eu não sei, mas sei que ela está de parabéns. São 80 capítulos, cada um com sua música e em muitos deles outras músicas são citadas.

Eu, maníaca com as ideias que tenho, me dei ao trabalho de criar uma playlist - em ordem cronológica - de todas as músicas que tem no livro, tem uma não tem no Spotify e ficou de fora, mas deixo o link para ela no YouTube:

- Seether - Senseless Tragedy



Ter um livro com uma história tão ligada a música é fascinante, porque são duas partes intrínsecas a minha vida, são duas coisas que sempre me mantém sã no meio da loucura diária, junto com as séries - que aprendi a amar - são meus nortes e o que me fazem me sentir feliz e mais consciente sobre meus sentimentos. E é esse o motivo pelo qual eu vou ler o restante da saga: para deixar essa relação de música e livros ainda mais presente nos meus dias.

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A salvação é uma canção,
A imensidão em minhas mãos...
Fresno - A Sinfonia de Tudo Que Há

Mais uma vez começo o post de músicas do meu ano com essa frase, que é sim uma frase muito importante e que, para mim, faz todo sentido.

2017, ainda não sei o que pensar desse ano. Só sei que algumas coisas não mudaram, a música continua sendo a minha forma de escapar do mundo, de me transportar pra bem longe daqui.

Esse ano, eu quase não usei o iTunes, vivi em base do Spotify e fui muito, mas muito feliz com ele. E diferente de 2016, esse ano eu super recebi a minha retrospectiva musical.

Mais uma vez as bandas são recorrentes, eu não consigo desapegar das minhas bandas favoritas e esse ano eu posso me orgulhar de ter tido bons momentos com DRC e Fresno. Por outro lado ainda estou na espera do novo do BSB, que só em 2018.




A única coisa que me surpreendeu nessa lista foi o gênero mais ouvido ser Rock Gaúcho, mas se eu parar pra pensar eu ouvi tanto Fresno, Tópaz e Esteban que não deveria ser tão surpreendente. Já por outro lado tem uma coisa que deve ser fato: pra 2018 a lista não será lá muito diferente, porque a playlist de músicas mais ouvidas do ano de 2017 vai ser ouvida muito, muito mesmo!


O disco mais amor de 2017, foi o que eu mais ouvi “VI” do DRC.


No mais, que venha 2018.
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E não que 2016 tá mesmo acabando? Passei por uns meses que me pareceram intermináveis e alguns bem dias negros, mas lembrando das coisas que eu vivi, até que não foi de todo ruim. E o que ajudou nisso? Música! Sempre ela, sempre salvando.

A salvação é uma canção
A imensidão em minhas mãos...
Fresno - A Sinfonia de Tudo Que Há

O Spotify me boicotou esse ano, não recebi a minha retrospectiva do ano, mas a playlist aparece mesmo que eu não entenda a lógica usada nela, porque lá aparecem, por exemplo 9 músicas do Cidade Negra e eu só ouvi essas músicas em novembro e uma única vez, que foi logo após o show que foi no dia 6 de novembro. Segue a retrospectiva segundo a playlist do Spotify:

  1. Fresno
  2. Jamie Cullum
  3. O Amor Existe
  4. Bon Iver
  5. Eskimo
  6. DRC
  7. Suricato
  8. Terceira Edição
  9. Nine Inch Nails
  10. Cidade Negra
Imagem: @blue - Favim.com
Já meu iTunes, sei que o resultado seria diferente se eu não tivesse me irritado com a versão nova dele e voltado pra antiga - não sem antes ter que enfrentar alguns problemas - não teria zerado a minha contagem. Serviu pra eu ter certeza que não quero atualizar o iTunes tão cedo de novo, alias só atualizo se eu for obrigada porque a versão 12.4.1.6 é a última que eu consegui me entender.

  1. Jamie Cullum
  2. Fresno
  3. DRC
  4. A Banda Mais Bonita
  5. Cícero
  6. Green Day
  7. Playmobille
  8. Visconde
  9. Pearl Jam
  10. Paramore
Fato é que esse ano foi basicamente de Fresno e Jamie Cullum, foi sim o que eu mais ouvi, tanto que as posições do Spotify pro iTunes só se inverteram. Eu vi 8 shows da Fresno em 2016 e só não vi o Jamie Cullum porque eu não tive tempo hábil para me programar financeiramente para mais uma viagem a Sampa em 2016, ainda estou muito triste com isso, mas não tem muito o que fazer. Eu jurei que ouviria muito BSB esse ano, mas o disco novo prometido pra 2016 deve sair só em 2017 e olhe lá, porque agora eles só falam e pensam em Vegas.

Algumas bandas são recorrentes, outras entram em saem desde 2013 - ano que comecei a postar isso - mas uma coisa é verdade eu ouço bem mais coisas, o problema mesmo é o vício em certas músicas e/ ou discos. A música que eu mais ouvi esse ano é "I'm Glad There Is You" do Jamie Cullum.



E o disco que eu mais ouvi esse ano foi o Ciano da Fresno.



No mais, que venha 2017.
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E não que mais um ano se passou?

Há 1 ano eu postava aqui no blog meu Top 10 de 2014.
E hoje mais uma vez estou aqui para postar o 2015, a novidade dessa vez fica por conta do Top 5 do Spotify que chegou ao Brasil no final de 2014, mas que só passei a usar em meados deste ano. Sendo assim, Top 10 com base nas audições do iTunes e depois o Top 5 do Stotify.


Mas a bem da verdade é que eu tenho lá as minhas dúvidas, se não fossem os números eu não acreditaria nesse Top 10, porque sendo bem sincera, eu só lembro de ter ouvido mesmo os cinco primeiros! Alias eu ouvi muito, muitoooooo, mas muitoooooooooo mesmo BSB e Fresno em 2015, foram em disparado o que mais ouvi, tanto que o resultado apareceu no iTunes e no Spotify.

  1. Backstreet Boys
  2. Fresno
  3. DRC
  4. Beeshop
  5. Esteban
  6. Tiê
  7. Mallu Magalhães 
  8. Legião Urbana
  9. Paramore
  10. Los Hermanos

E que venha 2016!

Ps: e com muito BSB porque vem CD novo por aí *rs
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Acredito que eu sofra de amnésia, mas uma muito específica: a de baixar músicas de quem não conheço e não faço a menor ideia do que é. Ou então, claro, que meu computador tem vida e vontade própria e baixa porque quer.

É a segunda vez que vou organizar minhas músicas no iTunes e me deparo com coisas que não sei de onde surgiram! A de hoje é Kleerup e a anterior foi Tonight Alive. E desde já desculpem a minha ignorância musical com os envolvidos. E se alguém me indicou pra ouvir: me lembre porque eu realmente não me recordo!

KLEERUP - As if we Never won

Segundo o Jade (dessa página aqui), Kleerup é basicamente a mistura de: trance, dance music, synth-pop e italo disco. Mas isso era sobre o lançamento do álbum dele em 2008.

E eu me pergunto: WTF? Eu não faço a menor ideia de quem é o cara e só descobri que ele é um produtor musical sueco. Não consegui descobrir quase nada sobre o cara. Acabei de ouvir o disco e não faço a menor ideia de como esse disco veio parar no meu computador! Mas não é ruim, valeu dar uma ouvida, pode ser uma boa pra relaxar!

Destaque para a faixa Thank God For Sending Demons que é uma faixa acústica.

"So one of those busted highways
Seem to follow you
Just look at what the sky says
I don't belong to you
I don't belong to you"


TONIGHT ALIVE - The other side

Por outro lado, a Tonight Alive faz sentido estar na minhas lista. Lembra bastante Paramore. E eu achei muito legal a banda não ser estadunidense! A Tonight Alive é uma banda de pop punk de Sydney, Austrália!

Lembro de ter ouvido o disco em um dos dias que estava fazendo minhas caminhadas na esteira (troço chato e que preciso voltar a fazer). E lembro que aquele dia os exercícios renderam bem porque a tendência é a seguir o ritmo da música.

O estilo me agrada bastante e é uma ótima opção para quem gosta de bandas desse estilo. A banda está na ativa desde 2010 e tem 4 álbuns lançados, a lista do Spotify é do último disco (2013), esse que apareceu misteriosamente na minha pasta de músicas!

Destaque pra mim fica com a faixa título The other side.

"And do you think of me at night
I still wish we could've made it right
But we can't say that we never tried
I guess everything seems more clear
Here on the other side"

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Quem sou


Tally Lima é curitibana; nascida em 26/02; jornalista pela Universidade Positivo; mãe coruja da princesa Lettys; rockeira por influência própria; leitora incondicional de qualquer gênero literário; viciada em séries; amante da boa música; amor incondicional por Backstreet Boys, Detonautas Roque Clube, Fresno e Jamie Cullum. Owner do blog Eu Sou Detonautas e moderadora da página Mario Camelo. Quer saber mais? Então clica aqui que tem uma versão mais completa sobre mim!

Email: tallyy@gmail.com

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